Uma novidade que está a algumas semanas na estação Paulista / Consolação da linha amarela do metrô é a Vending Machine da Chili Beans, que é tipo uma máquina de refrigerante, mas de óculos.
Você escolhe usando um programa que simula os modelos de óculos no seu rosto em um vídeo, coloca o dinheiro na máquina e pega o óculos no buraquinho. Pronto.
Até agora não vi ninguém comprando. Será que vai dar certo?
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domingo, 10 de abril de 2011
sábado, 25 de setembro de 2010
Bistrô e cinema Reserva Cultural, no edifício Gazeta.
Um dos primeiros lugares que eu conheci quando vim a São Paulo pela primeira vez foi o Bistrô Reserva Cultural, na Gazeta, em plena Avenida Paulista.
O prédio é facilmente identificável, com o nome escrito em letras gigantes de concreto na fachada. Dentro dele funciona a Fundação Cásper Líbero, que engloba a TV Gazeta, a faculdade, o teatro Gazeta, e mais um monte de coisas, como o cinema Reserva Cultural e seu bistrô.
Hoje vamos falar do cinema e bistrô. O Reserva Cultural exibe filmes cult, documentários, e demais alternativas à programação pop da maioria dos cinemas. O ambiente é chamoso e oferece para os clientes a possibilidade de comprar livros e CDs de arte ou sobre cinema, tomar um café ou fazer uma refeição no pequeno restaurante junto à sala de espera do cinema.
O bistrô fica um pouco abaixo da altura da calçada, mas recebe luz natural vinda das grandes janelas que dão diretamente para a avenida Paulista. Almoçar obeservando as pernas das pessoas que passam é uma experiência engraçada.
O preço da entrada inteira do cinema é R$20,00, um pouco mais cara do que a maioria dos cinemas. Vale a pena pela qualidade dos filmes, mas as instalações são antiquadas.
Talvez pelo ambiente sofisticado do restaurante, algumas pessoas acabam não experimentando a comida do lugar por medo do preço, mas a maioria dos pratos é bem servida e com preço justo (considerando-se, claro, que estamos na avenida Paulista).
A maior parte das opções fica entre R$15 e R$35. Veja o cardápio.
Entrada de quiche com salada
Talharine verde aos dois salmões
Risoto ao funghi
Creme brullé
Tarte Tartin
A tarte Tatin (lê-se "tatan") é uma torta de frutas típica francesa, inventada pelas irmãs Stéphanie e Caroline Tatin. Consiste em uma torta normal de fruta, com a especial particularidade de ser confeccionada ao contrário, ou seja: na forma colocam-se as frutas e por cima, derrama-se até cobrir, a massa. Ao desenformar a torta após cozedura no forno, esta fica com as frutas no topo. (via Wikipedia)
Endereço: FUNDAÇÃO CÁSPER LÍBERO - Av. Paulista, 900
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Ana Reczek
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15:56
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quarta-feira, 16 de junho de 2010
Fotos da Avenida Paulista em uma noite quente
Um entardecer quente de verão passeando a pé com @corbata1982 e @rubinho_ desde a estação Trianon-Masp até a minha casa.
Encontrei essas fotos agora, meses depois, mas o clima estava tão gostoso que vale a pena relembrar. Tudo tremido porque a gente foi andando, conversando e clicando.
Algumas luzinhas de Natal ainda apareciam de vez em quando.
Encontrei essas fotos agora, meses depois, mas o clima estava tão gostoso que vale a pena relembrar. Tudo tremido porque a gente foi andando, conversando e clicando.
Algumas luzinhas de Natal ainda apareciam de vez em quando.
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Ana Reczek
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04:23
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segunda-feira, 31 de maio de 2010
Minha nova livraria favorita
Em outro post falei da minha preferência em livraria paulistana: a Cultura. Mas esses dias descobri uma nova paixão. Passei na frente da Martins Fontes Paulista e entrei para dar uma olhada porque estava adiantada para o meu compromisso.
Talvez por ser menor e mais "atarracada" que a Cultura, ela acaba tendo um clima mais aconchegante de livraria do interior, com livros amontoados em todos os cantos.
Como só fiz uma visita, não posso julgar se ela é completa na variedade de títulos, mas achei vários livros interessantes, principalmente em literatura e poesia estrangeira.
São vários andares e salas que eu fui descobrindo aos poucos e que tornam o lugar inda mais charmoso. No segundo andar existe um espaço de eventos para aproximadamente vinte pessoas, onde se reúnem grupos de estudo e pequenas palestras. Quando cheguei lá estava começando um grupo de estudos da Abrecom - Associação Brasileira de Estudos da Comunicação - e já conheci também o pessoal simpático da Associação.
Na livraria também funciona um café aconchegante e intimista, combinando com o resto da loja. Um bom lugar para bater um papo sem interrupções e tomar chá quentinho no inverno.
Recomendo.
Av Paulista 509. 2167-9938
Também possui uma entrada na rua Manoel de Nóbrega.
Talvez por ser menor e mais "atarracada" que a Cultura, ela acaba tendo um clima mais aconchegante de livraria do interior, com livros amontoados em todos os cantos.
Como só fiz uma visita, não posso julgar se ela é completa na variedade de títulos, mas achei vários livros interessantes, principalmente em literatura e poesia estrangeira.
São vários andares e salas que eu fui descobrindo aos poucos e que tornam o lugar inda mais charmoso. No segundo andar existe um espaço de eventos para aproximadamente vinte pessoas, onde se reúnem grupos de estudo e pequenas palestras. Quando cheguei lá estava começando um grupo de estudos da Abrecom - Associação Brasileira de Estudos da Comunicação - e já conheci também o pessoal simpático da Associação.
Na livraria também funciona um café aconchegante e intimista, combinando com o resto da loja. Um bom lugar para bater um papo sem interrupções e tomar chá quentinho no inverno.
Recomendo.
Av Paulista 509. 2167-9938
Também possui uma entrada na rua Manoel de Nóbrega.
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Ana Reczek
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quinta-feira, 1 de abril de 2010
Livraria Cultura do Conjunto Nacional
Descobri essa Livraria Cultura meio sem querer, andando pela Avenida Paulista. Ela fica dentro do Conjunto Nacional, que não tem nenhum grande atrativo do lado de fora. Depois de passar algumas vezes na frente acabei entrando pra ver o que havia lá dentro.
Quando eu morava em Porto Alegre, adorava frequentar a Cultura do shopping Bourbon Country. Acho ela muito simpática, apesar de bem menor do que as daqui.
Ainda não conheci muitas livrarias aqui em São Paulo, mas dentre as que eu visitei, a Cultura ainda é a minha favorita, mesmo comparada com a hypada Fnac. Concordo que a disposição dos produtos é bem confusa e isso me irrita. A livraria ocupa várias lojas do piso térreo do Conjunto Nacional, e se divide entre a loja principal - de três andares, a de arte, e algumas lojas menores exclusivas de certas editoras. Para quem gosta de ficar passeando e descobrindo novidades isso atrapalha bastante, mas se você já sabe o que quer os vendedores indicam a que loja ir.
As fotos não estão aqueeeeela coisa, porque eu fotografo com o celular, mas você pode clicar nelas pra ver um pouco maior.
Adoro dar livros de presente, e lá ainda tenho um prezer a mais: observar os empacotadores. Em poucos segundos eles fazerm um pacote perfeito e no capricho. De tanto olhar, um dia aprendo.
Na loja principal ainda tem um lugarzinho para as crianças brincarem com os livros, um para os adultos se jogarem em almofadas e lerem, uma revisteria com exemplares importados e um café com guloseimas e mesinhas, tudo muito simpático. E tem um esqueleto de dinossauro pendurado no teto!
Ainda no Conjunto Nacional, tem o Cine Bombrill, cinema com uma programação deliciosa que mistura filmes cult com mainstream.
Por isso que eu digo que passear a pé pela Paulista é um programa básico para quem está na cidade. A gente descobre coisas incríveis.
Conjunto Nacional - Av. Paulista, 2073
Quando eu morava em Porto Alegre, adorava frequentar a Cultura do shopping Bourbon Country. Acho ela muito simpática, apesar de bem menor do que as daqui.
Ainda não conheci muitas livrarias aqui em São Paulo, mas dentre as que eu visitei, a Cultura ainda é a minha favorita, mesmo comparada com a hypada Fnac. Concordo que a disposição dos produtos é bem confusa e isso me irrita. A livraria ocupa várias lojas do piso térreo do Conjunto Nacional, e se divide entre a loja principal - de três andares, a de arte, e algumas lojas menores exclusivas de certas editoras. Para quem gosta de ficar passeando e descobrindo novidades isso atrapalha bastante, mas se você já sabe o que quer os vendedores indicam a que loja ir.
As fotos não estão aqueeeeela coisa, porque eu fotografo com o celular, mas você pode clicar nelas pra ver um pouco maior.
Adoro dar livros de presente, e lá ainda tenho um prezer a mais: observar os empacotadores. Em poucos segundos eles fazerm um pacote perfeito e no capricho. De tanto olhar, um dia aprendo.
Na loja principal ainda tem um lugarzinho para as crianças brincarem com os livros, um para os adultos se jogarem em almofadas e lerem, uma revisteria com exemplares importados e um café com guloseimas e mesinhas, tudo muito simpático. E tem um esqueleto de dinossauro pendurado no teto!
Ainda no Conjunto Nacional, tem o Cine Bombrill, cinema com uma programação deliciosa que mistura filmes cult com mainstream.Por isso que eu digo que passear a pé pela Paulista é um programa básico para quem está na cidade. A gente descobre coisas incríveis.
Conjunto Nacional - Av. Paulista, 2073
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Ana Reczek
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05:34
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Cachorro quente de paulista
Todo mundo que vem me visitar eu levo para comer cachorro quente com purê de batatas. Quer coisa mais paulista? E o meu cachorro favorito é o tradicional Black Dog.
Eu frequento o que fica pertinho da Av Paulista, na Al. Joaqui Eugênio de Lima 612, perto da Brigadeiro. Só que lá é assim: não dá pra ir esperando bom atendimento. Os funcionários são os mais estúpidos com que eu ja tive contato. E quando lota, fila imensa, demora para ficar pronto e pedidos se perdem. Uma vez o @thomasbergmann ameaçou pular o balção e socar um atendente, e quem conhece sabe que ele é O cara mais pacífico do mundo.
Bom, dessa vez quem estava na cidade era o Isaías, o @corbata1982. Pedi o meu lanche e vi que tinha um sabor novo, o Back Dog Maximus com Peperoni e Chili, achei interessante e pedi para a menina trocar o pedido. Ela fez uma cara tão feia, revirou os olhos tão dramaticamente, bufou e resmungou tanto que foi cômico. Eram seis da tarde de uma segunda feira, o lugar estava vazio e mais umas três atendentes ficaram atrás dela me olhando, braços cruzados e cara feia de gangue do Bronx. Eu ri, né. A bonita ainda me deu nove reais de troco em moedinhas, tamanha a afronta por eu ter mudado o pedido.
Isaías me acompanhou no Maximus e tivemos que ir para o segundo andar, porque chovia e as mesinhas na rua estavam impraticáveis. Como estava muito vazio era clara a degradação do lugar, o cheiro estranho, a pouca luz e o chão pós bomba atômica. Fiquei meio com vergonha de levar uma pessoa fina como o meu amigo lá. Mas ele sabe que eu sou o tipo de pessoa que come coxinha de rodoviária.
Como era segunda, o combo lanche, refri e batata saiu por 11,90 reais, no resto da semana o preço do combo Back Dog Maximus é 13,90.
Dispensada a batata frita fria, o lanche estava uma delícia.
Sei que depois de reclamar tanto parece que eu sou sádica e levei o Isaías nesse lugar porque queria que ele tivesse uma dor de barriga, mas juro que eu sempre vou lá, e, pra enfrentar tanta má vontade no atendimento, só achando a comida muito boa mesmo!
Tem um queijinho ralado derretido na chapa que forma uma casquinha.... huuum o purê combina (mesmo soando estranho para não-paulistanos) o molho é bom e o pão com parmesão dá o toque final.
Escolha o mais perto de você.
Eu frequento o que fica pertinho da Av Paulista, na Al. Joaqui Eugênio de Lima 612, perto da Brigadeiro. Só que lá é assim: não dá pra ir esperando bom atendimento. Os funcionários são os mais estúpidos com que eu ja tive contato. E quando lota, fila imensa, demora para ficar pronto e pedidos se perdem. Uma vez o @thomasbergmann ameaçou pular o balção e socar um atendente, e quem conhece sabe que ele é O cara mais pacífico do mundo.
Bom, dessa vez quem estava na cidade era o Isaías, o @corbata1982. Pedi o meu lanche e vi que tinha um sabor novo, o Back Dog Maximus com Peperoni e Chili, achei interessante e pedi para a menina trocar o pedido. Ela fez uma cara tão feia, revirou os olhos tão dramaticamente, bufou e resmungou tanto que foi cômico. Eram seis da tarde de uma segunda feira, o lugar estava vazio e mais umas três atendentes ficaram atrás dela me olhando, braços cruzados e cara feia de gangue do Bronx. Eu ri, né. A bonita ainda me deu nove reais de troco em moedinhas, tamanha a afronta por eu ter mudado o pedido.
Isaías me acompanhou no Maximus e tivemos que ir para o segundo andar, porque chovia e as mesinhas na rua estavam impraticáveis. Como estava muito vazio era clara a degradação do lugar, o cheiro estranho, a pouca luz e o chão pós bomba atômica. Fiquei meio com vergonha de levar uma pessoa fina como o meu amigo lá. Mas ele sabe que eu sou o tipo de pessoa que come coxinha de rodoviária.
Como era segunda, o combo lanche, refri e batata saiu por 11,90 reais, no resto da semana o preço do combo Back Dog Maximus é 13,90.
Dispensada a batata frita fria, o lanche estava uma delícia.
Sei que depois de reclamar tanto parece que eu sou sádica e levei o Isaías nesse lugar porque queria que ele tivesse uma dor de barriga, mas juro que eu sempre vou lá, e, pra enfrentar tanta má vontade no atendimento, só achando a comida muito boa mesmo!
Tem um queijinho ralado derretido na chapa que forma uma casquinha.... huuum o purê combina (mesmo soando estranho para não-paulistanos) o molho é bom e o pão com parmesão dá o toque final.
Escolha o mais perto de você.
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Ana Reczek
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09:38
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terça-feira, 24 de novembro de 2009
Antena da TV Digital
A Márcia, minha irmã, veio lá de Criciúma passar uns dias aqui comigo. Eu mostrei pra ela o máximo que consegui, nos poucos dias em que ela ficou.
Em um desses dias, nós subimos a Avenida Brigadeiro Luís Antônio de ônibus e descemos na parada próxima à Avenida Paulista. Eu apontei pra cima e disse: olha que legal. Ela olhou e ficou embasbacada com essa antena linda, que muda de cor.
Bom, você pode me dizer que ficar embasbacada com antena é a prova definitiva de que a pessoa é colona, mas convenhamos. É uma antena incrível!
Eu já mostrei ela para várias pessoas que concordaram.
A Márcia quis tirar essas fotos. Eu estava meio desconfiada porque ali é um ponto meio escuro da rua, mas ela tem uma técnica bizarra para espantar estranhos: "finge que ta drogada" ela me disse. Oi?
Ela jura que as pessoas ficam com medo quando ela faz cara de drogada. Não me pergunte, não sei como é essa cara, porque eu não consegui parar de rir depois que ela disse isso. Mas no fim funcionou, as pessoas acharam estranho duas retardadas tendo ataque de riso no escuro. Talvez essa seja a cara de drogada. Não sei.
Mas enfim. Ela tirou as fotos.
Sobre a antena:
Essa é a antena que transmite o sinal de TV Digital da Rede Globo.
Ela foi construída em 2007 e são 115 metros de antena em cima de um prédio de 70 metros. Isso torna a antena o ponto construído mais alto de São Paulo, e está apenas 100 metros abaixo do Pico do Jaraguá.
A antena fica somente 13 metros abaixo da altura em que os helicópteros sobrevoam a avenida.
Eu acho incrível.
Na Paulista existem tantas antenas emitindo sinais eletromagnéticos, que celulares e GPS ficam com interferência e até param de funcionar. E, de todas elas, a da TV Digital é a maior.
Leia mais sobre essa antena e todas as outras nesses textos da época da construção da antenona.
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Ana Reczek
às
10:08
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terça-feira, 29 de setembro de 2009
Feira de roupas, acessórios e decoração na Avenida Paulista
A feira Como Assim?!... fica dentro de um casarão antigo em plena Avenida Paulista e têm expositores descolados de moda, design, artesanato, arte, decoração e muito mais.
Logo na entrada da feira, um stand com relógios de pin ups e imãs de geladeiras de infinitas possibilidades de desenhos. Eu gostei dos que tem as placas das ruas mais famosas da cidade.
Nos stands de roupas, várias opções de vestidos retrô com estampas bacanas e camisetas com desenhos e fotos super criativas na frente.
Para decorar a sua casa, além de luminárias, vasos e quadros, também existem almofadas coloridas de todos os tamanhos e cores.
Na parte mística da feira você pode ter a sua sorte lida na palma da mão, nos búzios ou no tarô.
E antes de ir embora dá pra comer produtos caseiros como bolos, sucos, queijos e frios nas barraquinhas de comidas da pracinha de alimentação, com mesinhas no meio das lojas para o pessoal se acomodar.
A feira Como Assim?!... fica no número 1919 da Avenida Paulista e fica aberta diariamente das 10 da manhã às 8 da noite. Essa edição da feira vai estar lá até o dia 4 de outubro. A próxima edição vai de 8 a 18 de outubro.
Se você gostaria de colocar um stand lá para vender a sua arte, ligue para 9198-3060 e fale com a Daniela.
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Ana Reczek
às
13:10
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