Estou começando a conhecer a cultura árabe e suas manifestações aqui em São Paulo, mas juro que nunca imaginei que existissem baladas árabes! Quando as meninas que fazem aula de dança do ventre comigo convidaram pra ir no Alibabar fiquei chocada. Não sei por que ainda me surpreendo quando descubro estes lugares incríveis em São Paulo...
No post sobre as dançarinas do ventre eu prometi mais informações sobre a cultura árabe na cidade, e começo a cumprir agora. :)
No Alibabar existem outras atrações em dias diferentes, então não erre: a noite árabe é na sexta. Lá os garçons trabalham vestidos a caráter e a música é ao vivo e de alta qualidade, inclusive com o cantor mandando ver nas letras árabes.
A noite começa às 21h. Se você não reservou mesa é bom chegar cedo para conseguir uma bem localizada para assistir as apresentações. Perto das 23h começa a banda e várias dançarinas se apresentam em solos ou em grupos.
Conversei com as dançarinas e boa parte vinha de outros estados para fazer aulas e aperfeiçoamento em São Paulo e aproveitava para ver amigos do meio e dar uma canjinha no Alibabar. Ou seja: as apresentações são lindíssimas, com as melhores bailarinas do Brasil.
Ao final das apresentações femininas é hora da roda de Dabqe, uma dança típica em que um tambor marca o tempo e os homens dançam em circulo dando saltos e fazendo agachamentos que me pareceram uma mistura de dança cossaca e chula riograndense. Meu joelho doeu só de ver.
Logo as mulheres entram na roda e participam do Dabqe, e aí eu pude comprovar que piriquete tem até em balada árabe. :P
Infelizmente a bateria da minha câmera acabou bem na hora do Dabqe e não deu pra filmar, mas consegui registrar duas apresentações muito interessantes, com bailarinas lindas:
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domingo, 31 de julho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
Dança do Ventre
São Paulo tem uma cena muito rica de Dança do Ventre: casas de shows, escolas, apresentações e eventos.
Estou começando a conhecer melhor este mundo através de uma amiga que estuda dança do ventre. Ela está me dando várias dicas que provavelmente vão virar posts.
Começo mostrando algumas fotos que fiz no sábado, na Mostra das Alunas Profissionais de Elis Pinheiro, onde professoras e alunas mostraram coreografias solo e em grupo.
Rendeu várias imagens interessantes!
Estou começando a conhecer melhor este mundo através de uma amiga que estuda dança do ventre. Ela está me dando várias dicas que provavelmente vão virar posts.
Começo mostrando algumas fotos que fiz no sábado, na Mostra das Alunas Profissionais de Elis Pinheiro, onde professoras e alunas mostraram coreografias solo e em grupo.
Rendeu várias imagens interessantes!
Essa é a minha amiga dançarina, a Pri.
Este espetáculo foi promovido pelo estúdio Elis Pinheiro:
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Postado por
Ana Reczek
às
18:30
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domingo, 24 de janeiro de 2010
SESC - Salsa aos domingos

Um bom conselho para quem está chegando na cidade é: procure o SESC mais próximo de você. Esse aqui da foto é o Vila Mariana.
Lá onde eu nasci, Criciúma, tem um SESC. É muito bacana e eu participei de várias atividades quando era adolescente. Mas eram coisas normais, nada muito excepcional.
Depois que eu cheguei a São Paulo descobri que os SESCs aqui são incríveis, com arquitetura criativa, exposições fantásticas e TODAS as atividades que uma pessoa pode pensar em fazer. E outras que você nunca pensaria.
Nesses poucos meses que estou na cidade já visitei uns cinco ou seis SESCs diferentes, o que provavelmente é muito mais do que a média do paulistano comum durante toda a sua vida.
Cada SESC é um pouco voltado para um tipo de atividade. Mais artesanato, mas dança, esporte, gastronomia... isso não quer dizer que em todos não hajam atividades variadas.
Hoje fui no Vila Mariana, que é o mais perto da minha casa e eu ainda não conhecia. Por uns R$70 por ano você pode participar de todas as atividades, e eu ia me inscrever. Mas cheguei lá e tinha uma banda chilena botando pra quebrar na SALSA, e a comunidade em peso curtindo muito.
Lembrei da Amanda, que postou no blog dela a programação dos shows do Lyra Latina, mas achei que hoje não teria show nenhum. Não era o Lyra que estava tocando, mas essa banda também era muito boa.
Disfarcei, rodeei, rodeei, tirei fotos... e caí na dança, apresentando todo o meu gingado de palmito para a platéia de velhinhos.
O mais bacana é que o público era o mais heterogêneo que eu já vi na minha vida. De adolescentes a senhorinhas se abanando com um leque, a única que parecia estar com vergonha de balançar o esqueleto era eu.
Era só chegar e acompanhar os passos da dançarina que ensinava o pessoal ou arranjar um par e sair dançando.
Enquanto uns dançavam, outros curtiam o som e assistiam confortavelmente sentados nos bancos em volta da "pista de dança".
Fiz um vídeo do pessoal se divertindo:
Pelo que eu entendi vai continuar tendo esses shows de salsa nos domingos às 13h. Mas não consegui confirmar no site do SESC.
Se você estiver a fim de levantar o astral, passe por lá domingo que vem. Se não, escolha uma das outras centenas de possibilidades.
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Postado por
Ana Reczek
às
18:36
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